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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007
O Natal Belmontense

 

 

 

 

 

Belmonte, assim como a maior parte das localidades tem como hábito decorar as suas ruas principais com luzes de Natal, a vila ganha assim de noite um clima de harmonia e bem estar, entra num claro ambiente natalício. Inquirimos alguns habitantes e na maioria obtivemos reacções positivas a esta iniciativa. Felicitamos a Câmara de Belmonte por isso!

 

 

Também no dia 24 à meia noite se celebra na Igreja Matriz a célebre missa do Galo e nesse mesmo dia se acende o tão apetecido madeiro.
Os habitantes e outros que se juntam a estas comemorações natalícias criam entre sim um ambiente de paz e serenidade entre todos.

 

O Natal acompanhado de luzes, cânticos e uma fogueira maior aquece assim cada um dos corações em Belmonte.

 

 

 

O Movimento PAC deseja um Bom Natal a todos num ambiente acolhedor e junto dos mais queridos,  semelhante a este que encontramos aqui.

 

 

 

Movimento PAC®

publicado por movimentopac às 18:57
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007
Algumas dificuldades...

Para uma avalição e análise do trabalho explorado ao longo de todo o primeiro período em Área Projecto, foi-nos proposto pela professora da mesma disciplina uma reflexão acerca dos problemas que se foram encontrando ao longo do desenvolvimento do projecto e apresentar, a posteriori soluções para esses mesmo problemas, afim de superá-los com maior facilidade em situações futuras.

 

Decidimos, portanto, apresentar aqui, também, as nossas maiores dificuldades.

 

 

 

Problemas Encontrados:

Propostas de Solução:       

  •  1 - Falta de disponibilidade para reunião do grupo fora do horário escolar;


  • 2 - Falta de condições para a deslocação do grupo às confe^rências realizadas no âmbito do projecto Cidades Criativas;


  • 3 - Falhas frequentes da Internet;


  • 4 - Dificuldades na manipulação do blog no sapo.
  • 1 - Criar uma hora fixa para a reunião do grupo;

 

  • 2 - Apoio da escola para a deslocação do grupo;

 

  • 3 - Procurar novos locais com internet disponível e funcional;

  • 4 - Procurar apoio técnico junto de pessoas informadas acerca do assunto.
 

 

Como prometemos, no próximo(s) post(s) iremos auto-avaliar o nosso blog.

 

 

Aguardem por notícias nossas!

 

Movimento PAC®

 

publicado por movimentopac às 21:55
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Domingo, 9 de Dezembro de 2007
Memórias Lendárias .

 

  Há muito, muito tempo ...

... o Castelo de Belmonte esteve cercado. A coragem e o valor dos Belmontenses acrescentava-se dia após dia: defendiam as suas terras com a determinação de quem quer ser livre. Durante a noite o rufar do alarme crescia: olhos vigilantes atentos a ciladas, a fugas... cerceavam o inimigo. Travava-se uma luta de resistência com as armas poderosas da fome, do cansaço, da saudade da vida... Quem desistiria?
   De um e de outro lado ouviam-se vozes que maldiziam a guerra. Gastavam o dia á espera de uma fraqueza daqui ou dalém...eles próprios enfraquecendo. E um manto de tristeza colava-se às gentes e terras, o coração pressago desenhava a amargura dos rostos.
Era um tempo sem tempo: media-se pelo desespero da espera de terminar o cerco, contar vencidos e vencedores.

    Mas os chefes reinventavam estratégias e a luta prosseguia teimosa, obstinada, cega. Um dia a tragédia aconteceu. Olhos tresnoitados, esgotados, afrouxaram a vigilância. A filha do alcaide do Castelo brincava alegre e despreocupadamente, assim como brincam todas as crianças. Alheada no mundo que era o seu, deixou que lhe pegassem ao colo. Estava tão habituada à ternura das gentes do castelo...Como reconhecer o inimigo? Homem igual aos outros... Só depois temeu o passo apressado. Tremeu com o olhar frio. Assustou-se com o peso das mãos fortes que a aprisionavam. E chorou... Raptaram-na para moeda de troca:

   -"A vida da tua filha está nas nossas mãos! Rende-te!" - gritava o inimigo.


   -"Entregar o castelo? Nunca!" - repetia o alcaide, enlouquecido.

   Não acreditava nas palavras que ouvia. A filha tinha desaparecido, era verdade. Mas quem seria capaz de sacrificar a vida de uma criança? O coração segredava-lhe que o rapto era impossível, mas na cabeça faziam eco as palavras:

   -"A vida da tua filha ou o castelo!"
  

   Não houve rendição. Conta-se que o alcaide chorava de dia e de noite a sua menina desaparecida... A lenda garante que a ameaça do inimigo se cumpriu e que a "prensa" esculpida em pedra no pelourinho de Belmonte e na igreja de S.Tiago serviu de instrumento de tortura. Um sacrifício a que assistiram os que não cegaram de dor e de revolta. A Prensa, "Antigo Brasão do Concelho", símbolo do sofrimento de quantos resistiram na defesa do castelo.

 

   Belmonte gravou na pedra e na memória dos homens o testemunho da crueldade da Guerra, um apelo permanente à Paz.

 

                                  

                                                                       Movimento PAC®

 

publicado por movimentopac às 23:18
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